China's high-carbon ferrochrome imports reached 311,800 mt in May, with a significant portion not under general trade [SMM Analysis]

Publicado: Jun 26, 2024 13:47 (GMT+8)
Fonte: SMM
According to Chinese customs statistics, China's high-carbon ferrochrome imports amounted to 311,800 mt in May, down 82,800 mt MoM (-20.99% MoM) but up 91,600 mt YoY (+41.62% YoY).

According to Chinese customs statistics, China's high-carbon ferrochrome imports amounted to 311,800 mt in May, down 82,800 mt MoM (-20.99% MoM) but up 91,600 mt YoY (+41.62% YoY). In January-May, the imports totalled 1.6139 million mt, up 163,900 mt YoY (+11.3% YoY). In May, China imported 111,800 mt of high-carbon ferrochrome from South Africa and 139,000 mt from Kazakhstan. The volume of high-carbon ferrochrome imported under general trade in May was only 175,000 mt, while that under bonded supervising places and special customs supervision area reached 133,800 mt.

According to SMM, the imports from South Africa saw a sharp drop MoM, while those from Kazakhstan surged significantly in May. However, it is worthy of attention that the imports from Kazakh under the general trade were only 5,300 mt, with most stored in bonded areas. Although China's high-carbon ferrochrome exports in May were only 23,600 mt, most of the cargoes remained in the domestic market. Whether the remaining volume will truly enter the domestic market is still in doubt. However, China's high-carbon ferrochrome production approached 800,000 mt, indicating no overall supply shortage. The market has entered a consumption off-season, with expectations of reduced production by steel mills. NPI prices have already shown a noticeable decline. Whether high-carbon ferrochrome prices, which heavily rely on cost support, can remain firm will depend on the high-carbon steel tender situation in the future.

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FS Mining, empresa registrada na África do Sul que desenvolve uma mina de cromo no Zimbábue, está avançando com planos de um investimento de US$ 500 milhões, dividido entre uma fundição de ferrocromo de US$ 100 milhões e um projeto de energia térmica de US$ 400 milhões, disse a diretora Dra. Precious Mabuza em entrevista publicada em 25 de setembro. A empresa está atualmente construindo uma planta de lavagem de US$ 15 milhões como primeira fase de desenvolvimento e está progredindo nas etapas técnicas, de engenharia e de financiamento da fundição e da usina planejadas, com os cronogramas de construção dependentes da conclusão dos estudos de viabilidade e da obtenção das aprovações necessárias. A fundição está planejada para começar com 16,5 MVA de capacidade de planta de sinterização, combinada com uma estação de energia térmica de 25 MW na primeira fase do projeto. Mabuza disse que a visão de longo prazo é expandir o componente de geração de energia para 320 MW, com a empresa esperando estender a eletrificação rural às comunidades ao redor de suas operações assim que a usina for construída. Os volumes eventuais de produção de cromo serão determinados assim que a configuração final do forno, o projeto de engenharia e os parâmetros operacionais forem concluídos, disse ela. Mabuza enquadrou o investimento no contexto do esforço do Zimbábue por maior beneficiamento doméstico, observando que o governo proibiu a exportação de minerais brutos, incluindo cromo, para forçar a agregação de valor local. Ela disse que a mina atualmente emprega 100 pessoas, com a empresa visando 1.500 empregos na fundição e na estação de energia quando estiverem operacionais, e cerca de 5.000 empregos em toda a cadeia de valor mais ampla, incluindo mineração, logística, serviços e construção. A eletricidade de carga de base confiável da estação de energia térmica planejada é central para a estratégia do projeto, destinada a apoiar tanto a operação de fundição quanto, eventualmente, a eletrificação das comunidades próximas.
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