1.. Terras Raras Leves: Oferta Estável e Crescimento de Volume
As terras raras leves enfrentaram atritos mínimos na exportação, com aprovações durando em média 30 dias. Isso permitiu uma oferta consistente para atender à demanda global de veículos elétricos, energia eólica e catalisadores.
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Óxido de Cério: Os preços subiram 28%, para US$ 2.205/tonelada. Os volumes dispararam 67% em relação ao ano anterior, pois a demanda externa por polimento e do setor automotivo permaneceu firme.
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Óxido de Neodímio: Os preços se estabilizaram perto de US$ 183/kg. Após uma queda em fevereiro devido a feriados, as exportações se normalizaram acima de 35 toneladas/mês, alta de 26% em relação ao ano anterior.
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Motor: As aprovações rápidas garantiram que a demanda essencial no exterior fosse atendida sem distorções significativas de preço.


2. Terras Raras Pesadas: Prêmios Impulsionados por Políticas
As terras raras pesadas enfrentaram licenciamento rigoroso, resultando em um prêmio de preço de 30–40% sobre os níveis domésticos chineses. Os volumes de exportação caíram acentuadamente (Dy/Tb com queda de ~60% em relação ao ano anterior).
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Preços: O óxido de disprósio teve média de US$ 312/kg (+34% em relação ao ano anterior); o óxido de térbio teve média de US$ 1.120/kg (+41% em relação ao ano anterior).
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Divisão Geopolítica: As licenças para ímãs de alto desempenho para o Japão permaneceram praticamente fechadas. Apenas EUA, UE e Sudeste Asiático tiveram aprovações limitadas.
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Perspectivas: Os altos preços atuais refletem escassez regulatória, não falta física. Se os controles se intensificarem após novembro, os prêmios podem ultrapassar 50%.


3. Desenvolvimento da Cadeia de Suprimentos no Exterior
Para mitigar a dependência da China, nações ocidentais avançaram em projetos domésticos, embora o progresso atualmente se limite às terras raras leves.
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EUA: Alocaram US$ 1,2 bilhão em subsídios e concluíram a aquisição da Vacuumschmelze para garantir uma cadeia de suprimentos doméstica de ímãs.
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ASEAN: Lynas e JS Link iniciaram uma fábrica de ímãs de 3.000 toneladas/ano na Malásia, utilizando minério australiano e garantindo matéria-prima até 2038.
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Mudança dos OEMs: Montadoras como a Toyota estão cada vez mais importando motores acabados da China, em vez de ímãs brutos, alterando os fluxos comerciais tradicionais.
Perspectivas para o 2º Semestre de 2026
Dois fatores ditarão a direção do mercado:
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Validação da Demanda: Monitorar se os cronogramas de produção do terceiro trimestre para veículos elétricos e eletrodomésticos se convertem em demanda sustentada por ímãs, em vez de apenas recomposição preventiva de estoques.
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Vencimento da Apólice: Prazo final em 10 de novembro. Uma extensão mantém o status quo; um aperto corre o risco de graves choques de oferta, especialmente para fabricantes japoneses.
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