Em 25 de junho, na Cúpula de Energia do Rio de Janeiro, painelistas afirmaram que, sem apoio direto do governo, o Brasil não avançará em seu setor de minerais críticos, dada a falta de infraestrutura, tecnologia e investimentos de longo prazo do país. Analistas observaram que os minerais se tornaram um ativo estratégico essencial para garantir a liderança tecnológica e a segurança energética, e não devem mais ser vistos meramente como commodities extrativas. Acrescentaram que um arcabouço jurídico e regulatório sólido é fundamental para proporcionar previsibilidade e certeza aos investimentos de longo prazo no setor.
Marcos Mesquita, vice-presidente estratégico da distribuidora de GLP Copa Energia, disse que o setor de mineração deve focar na diversificação das operações de extração em múltiplos minerais e seus subprodutos para aumentar a receita. Mesquita acrescentou que o Brasil não deve imitar a China, pois pode aproveitar seus abundantes recursos hídricos e a geração dominante de energia renovável para construir uma plataforma industrial mais sustentável.
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