Em 30 de junho, a Arizona Metals divulgou a primeira estimativa de recursos para seu projeto polimetálico Kay, no Arizona, revelando uma escala menor do que o esperado e provocando uma queda de 29% no preço das ações, para C$ 1 — o nível mais baixo em quatro anos. O recurso indicado é de 9,28 milhões de toneladas, com teor de 1,39 g/t de ouro, 27,6 g/t de prata, 0,97% de cobre, 0,33% de chumbo e 2,39% de zinco, contendo 415.000 onças de ouro, 8,25 milhões de onças de prata, 197,9 milhões de libras de cobre, 67,3 milhões de libras de chumbo e 490,1 milhões de libras de zinco. A BMO Capital Markets observou que, embora os teores fossem ligeiramente melhores do que o esperado, a tonelagem estava significativamente abaixo das previsões. A empresa esperava entre 14 e 18 milhões de toneladas e reduziu seu preço-alvo de C$ 2,75 para C$ 2,00, mantendo a classificação de “Superior ao Mercado”.
A Arizona Metals enfatizou que o depósito continua aberto para expansão. Os testes metalúrgicos estão em andamento, e uma Avaliação Econômica Preliminar (PEA) é esperada para o segundo semestre de 2025. A primeira produção está prevista para a década de 2030. A empresa também planeja perfurar mais 10.000 metros no segundo semestre do ano.
Descoberto no século XIX, Kay teve mineração intermitente, mas ficou ocioso desde que um desmoronamento interrompeu as operações em 1956.


