Após a imposição de uma tarifa de 50% sobre o alumínio pelos EUA, as exportações de sucata da UE aumentaram, atingindo 345.000 toneladas no primeiro trimestre de 2025. O aumento da demanda norte-americana — impulsionada por restrições internas — levou a preços mais elevados e a uma diminuição dos estoques de sucata na Europa, o que levou as associações industriais a pedirem taxas de exportação ou medidas de autorização.
A European Aluminium alerta que as exportações descontroladas podem prejudicar a produção de alumínio secundário da UE e seus objetivos de carbono, especialmente com a entrada em vigor da CBAM em 2026. Em 2024, o consumo de sucata na UE aumentou 1,9%, para 76,6 milhões de toneladas, mas as tendências atuais de exportação correm o risco de criar escassez. A diferença de preço entre os mercados da UE e dos EUA chegou a até 750 dólares por tonelada, abrindo uma janela de arbitragem e intensificando a pressão sobre os reguladores da UE.

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