O relatório de pesquisa da Anistia Internacional publicado em 21 de setembro documenta alegações de trabalho forçado, detenção arbitrária e outros abusos cometidos por combatentes do M23 contra mineradores artesanais perto de Rubaya, no leste da RDC. Também relata o contrabando de coltan de áreas controladas pelo M23 para Ruanda. Estas são as conclusões investigativas da Anistia; o relatório não estabelece um volume verificado de coltan contrabandeado.
A Anistia pediu que países e empresas parem de comprar coltan e ouro de Ruanda até que seu governo demonstre que o material contrabandeado da RDC não está mais entrando nas cadeias de suprimentos. O apelo aumenta o escrutínio sobre a origem e a rastreabilidade do tântalo. É uma recomendação de ONG, não uma proibição comercial decretada.

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