MPMEs indianas do setor de alumínio enfrentam desvantagem de custo e lutam, apesar de apoiarem setores estratégicos.

Publicado: Aug 4, 2026 14:00
A Índia, embora seja o segundo maior produtor mundial de alumínio primário, com capacidade anual superior a 4,16 milhões de toneladas métricas, vê suas cerca de 3.500 micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) de transformação de alumínio a jusante presas a uma desvantagem estrutural de custos causada pelo mecanismo de precificação por paridade de importação do alumínio primário. Esse mecanismo vincula os preços domésticos do alumínio primário a uma referência internacional acrescida de tarifas, forçando as empresas a jusante a pagar preços equivalentes aos de importação mesmo ao adquirirem metal produzido localmente. No entanto, essas MPMEs sustentam cerca de 90% do emprego na cadeia de valor do alumínio e fornecem materiais críticos para setores estratégicos como transmissão e transformação de energia, energias renováveis, ferrovias e veículos elétricos, enquanto operam com margens de apenas cerca de 5% e taxa de utilização de cerca de 65% — um contraste acentuado com a taxa de utilização de quase 98% e margens de cerca de 10% no setor de alumínio primário.

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