A produção de cátodo de cobre da China em julho registrou 1,1268 milhão de toneladas métricas (mt), queda de 1,59% em relação ao mês anterior (MoM). A produção acumulada de janeiro a julho atingiu 8,148 milhões de mt, alta de 4,9% em relação ao ano anterior (YoY), com crescimento acumulado de 381 mil mt. A produção de cátodo de cobre de julho, de 1,1268 milhão de mt, ficou 39.200 mt abaixo do esperado de 1,166 milhão de mt, devido principalmente à dificuldade na aquisição de ânodos de cobre provenientes de sucata e à manutenção concentrada nas fundições.
No lado das matérias-primas, a leve queda nos preços do ácido sulfúrico também não conseguiu frear a queda nos custos de tratamento (TC). Até 31 de julho, o índice SMM de concentrado de cobre importado (semanal) havia caído para -US$159,37/dmt, uma redução de US$30,31/dmt em relação aos -US$124,5/dmt de 26 de junho. O lucro de fundição em julho foi de -328,11 yuans/mt, queda de 722,95 yuans/mt em relação ao mês anterior. Embora os preços do cobre tenham permanecido elevados, os embarques de cobre secundário não se mantiveram ativos. Afetados por políticas, a aquisição de ânodos de cobre provenientes de sucata continua difícil, e algumas fundições viram sua produção diminuir em consequência. Julho também foi um período de manutenção concentrada, com o impacto da manutenção nas fundições sendo particularmente evidente, levando à queda na produção. Em agosto, espera-se que a produção de cátodo de cobre atinja 1,139 milhão de mt, alta de 1,1% em relação ao mês anterior, e a produção acumulada de janeiro a agosto deve chegar a 9,287 milhões de mt.
A produção de agosto permanece relativamente baixa. Primeiro, agosto ainda concentra manutenções e algumas empresas adicionaram novos planos de manutenção, amplificando o impacto. Segundo, não há sinal de alívio no sentimento dos embarques de cobre secundário, e a aquisição de ânodos continua difícil. Terceiro, embora as fundições que realizaram manutenção em julho estejam gradualmente retomando a produção, a recuperação tem sido lenta devido às dificuldades na aquisição de ânodos. Vale destacar que algumas pequenas fundições ainda estão ativamente aumentando a produção, e algumas empresas adquiriram ânodos suficientes para lidar com a manutenção subsequente, resultando em taxas de operação divergentes entre as regiões.



