Pontos-chave
2026 é amplamente considerado o “ano da produção em massa” das baterias híbridas sólido‑líquidas. No entanto, as opiniões dos especialistas divergem nitidamente quanto ao posicionamento industrial e ao cronograma das baterias híbridas sólido‑líquidas e das baterias totalmente de estado sólido. Especialistas como Yang Hongxin, presidente da SVOLT, e Huang Xuejie, do Instituto de Física da Academia Chinesa de Ciências, tendem à “visão de que as baterias híbridas serão o padrão de longo prazo”, enquanto Zeng Yuqun, presidente da CATL, e Zhu Xingbao, cientista‑chefe da Gotion, mantêm um otimismo cauteloso em relação às baterias totalmente de estado sólido, do ponto de vista da maturidade técnica e dos custos.

2026 é amplamente visto como o início da produção em massa de baterias híbridas sólido‑líquidas, mas os especialistas estão divididos sobre o papel de longo prazo das baterias híbridas em comparação com as totalmente de estado sólido.
Campo pró‑híbrido (corrente principal de longo prazo):
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Huang Xuejie (CAS): 2026 é o ano de lançamento; as baterias totalmente de estado sólido não “subverterão” antes de 2035. As baterias híbridas podem reutilizar mais de 90% das linhas de produção existentes de baterias líquidas, evitando grandes investimentos de capital.
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Yang Hongxin (SVOLT): As baterias híbridas não são transitórias, mas permanecerão dominantes até pelo menos 2035. A primeira célula híbrida da SVOLT (245 Wh/kg, carga máxima de 6C) entrará em produção no terceiro trimestre de 2026, com paridade de custo em relação às baterias líquidas.
Campo cauteloso quanto às baterias totalmente de estado sólido:
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Zeng Yuqun (CATL): A tecnologia de estado sólido está apenas no TRL‑4 (estágio de laboratório); a produção de 1 milhão de veículos até 2030 é “muito improvável”. Questões‑chave de interface permanecem sem solução.
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Zhu Xingbao (Gotion): Os eletrólitos sólidos não permitem intrinsecamente alta densidade de energia ou carregamento rápido; seu valor está em permitir ânodos com alto teor de níquel com segurança. As rotas híbridas são tecnicamente mais exigentes do que se supõe.
Debate sobre o ponto de inflexão de custos:
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A SVOLT não espera vantagem de custo para as baterias totalmente de estado sólido mesmo até 2035.
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A Gotion e a SMM preveem que os custos caiam para ~¥1/Wh (comparável ao ternário de alto níquel) por volta de 2030‑2031, desde que os custos das matérias‑primas de sulfeto caiam drasticamente.
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Conclusão: As baterias híbridas sólido‑líquidas liderarão a onda comercial de curto prazo, enquanto as totalmente de estado sólido permanecem um objetivo de longo prazo dependente de avanços fundamentais — e não de cronogramas fixos.
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