Durante o dia, diversos futuros de metais ferrosos passaram a operar em alta, com o contrato mais negociado de bobina a quente (HRC) fechando a 3302, alta de 0,67%. No mercado à vista, os preços de laminados a frio e a quente subiram ligeiramente no dia, o desempenho de negociação foi moderado, melhorando em base mensal. Em termos de notícias, perturbações no lado das matérias-primas se intensificaram durante o pregão, impulsionando os futuros de HRC a se fortalecer.
Do ponto de vista fundamental, o impacto da manutenção das usinas siderúrgicas está aumentando em julho, e espera-se que a produção permaneça em níveis médios a baixos. Diante do cenário de entressafra, os estoques se acumularão gradualmente em julho. Em outros aspectos, ainda há expectativas de reuniões macroeconômicas no final de julho, e o lado dos custos ainda enfrenta estímulos periódicos do minério de ferro e coque. No curto prazo, espera-se que os preços de chapas e bobinas flutuem acompanhando as tendências de custos. Considerando que os fundamentos do HRC dificilmente fornecerão impulsionadores de preço fortes, o espaço de alta para os preços impulsionado por estímulos macroeconômicos e de custos periódicos é temporariamente limitado. A atenção está no contrato mais negociado de HRC na faixa de 3330-3350.
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