Segundo a SMM, a taxa de operação da indústria de chapas e tiras de cobre em maio de 2026 foi de 76,55%, queda de 1,4 ponto percentual em relação ao mês anterior e alta de 6,42 pontos percentuais na comparação anual. Desse total, as taxas das grandes, médias e pequenas empresas foram de 85,11%, 60,71% e 69,67%, respectivamente.

A taxa de operação da indústria de chapas e tiras de cobre em maio recuou levemente na base mensal, mas disparou significativamente na anual, mantendo a base produtiva geral em nível elevado. Anteriormente, uma liberação concentrada de demanda de mercado resultou em um salto substancial nos pedidos recebidos pelas empresas. O acúmulo de pedidos em carteira era amplo e a visibilidade de pedidos suficiente, sustentando com eficácia a manutenção de um ritmo produtivo acelerado em maio. A demanda final manteve uma tendência estruturalmente positiva: a procura por componentes eletrônicos e lead frames de semicondutores seguiu estável, enquanto a demanda essencial de veículos de nova energia, armazenamento de energia e transformadores de potência permaneceu robusta, dando forte suporte à produção do setor. Contudo, a partir de meados para o final de maio, os novos pedidos caíram gradualmente e a demanda enfraqueceu na margem. A situação anterior de escassez de embarques e falta de especificações foi amplamente superada, e as entregas das empresas retornaram paulatinamente ao ritmo normal.
No lado dos estoques, em maio, os dias de inventário de produtos acabados na indústria de chapas e tiras de cobre subiram para 5,02 dias, recuperando-se ligeiramente das mínimas anteriores, com o nível geral de estoques voltando à faixa normal e a escassez de oferta praticamente eliminada.
Segundo a SMM, a tendência morosa dos novos pedidos persistiu no final de maio, agravada pelos altos preços do cobre que reduziram o ímpeto de compra do downstream. A baixa temporada tradicional foi gradualmente se instalando, e o suporte geral da demanda de mercado enfraqueceu. Os pedidos em carteira anteriormente folgados foram em grande parte consumidos, e os novos pedidos não sustentaram o ritmo elevado de produção, levando a maioria dos fabricantes a reduzir seus planos produtivos. De forma geral, a SMM projeta que a taxa de operação da indústria de chapas e tiras de cobre em junho seja de 74,50%, queda de 2,04 pontos percentuais em base mensal e alta de 7,73 pontos percentuais na comparação anual, com o dinamismo do setor continuando a arrefecer.



