[Conservação de Energia e Redução de Emissões das Empresas Associadas em Junho de 2026]
Em junho de 2026, o consumo total de energia das empresas associadas caiu 3,21% em relação ao mesmo período do ano anterior; o consumo abrangente de energia por tonelada de aço diminuiu 0,70%; o consumo comparável de energia por tonelada de aço aumentou 1,32%; e o consumo de eletricidade por tonelada de aço subiu 0,73%.
O consumo total de eletricidade das empresas associadas recuou 2,06% na comparação anual. A geração própria total de eletricidade cresceu 0,18%; a taxa de autogeração foi de 64,26%, um aumento de 1,44 ponto percentual em relação ao ano anterior. A geração de energia limpa avançou 5,37%, com a geração eólica caindo 30,76% e a solar fotovoltaica subindo 8,57%.
O consumo de água das empresas associadas aumentou 327,5353 milhões de m³, alta de 4,28% na base anual. Especificamente, a captação de água cresceu 3,5978 milhões de m³ (+2,90%) e o volume de água de recirculação subiu 323,9375 milhões de m³ (+4,31%). A taxa de recirculação de água alcançou 98,40%, um avanço de 0,02 ponto percentual; a captação de água por tonelada de aço foi de 2,68 m³/t, elevação de 4,86%.
O volume de descargas das empresas associadas aumentou 21,27% em termos anuais. Nas águas residuais, as emissões de demanda química de oxigênio (DQO), nitrogênio amoniacal, sólidos suspensos e poluentes derivados do petróleo subiram, respectivamente, 8,03%, 12,53%, 0,04% e 7,19%; já as emissões de fenóis voláteis e cianeto total caíram 52,85% e 17,29%, respectivamente. As emissões atmosféricas totais das empresas associadas recuaram 7,09%, com quedas de 21,70% nas emissões de dióxido de enxofre, 3,65% nas de material particulado e 9,24% nas de óxidos de nitrogênio.
No aproveitamento de resíduos sólidos, as taxas de utilização de escória de aciaria, escória de alto-forno e poeiras/lamas com ferro mantiveram-se acima de 98%. No uso de gases combustíveis, as taxas de aproveitamento de gás de alto-forno, gás de convertedor e gás de coqueria permaneceram acima de 98%, com o volume de recuperação de gás de convertedor por tonelada de aço subindo 3,14% em relação ao ano anterior.