Exportadores de cobalto do Congo temem perder cotas devido a falha administrativa, dizem fontes
De acordo com uma carta do setor vista pela Reuters, os exportadores não conseguiram apresentar declarações de exportação através da plataforma aduaneira desde 1 de julho porque a ARECOMS, o regulador de minerais estratégicos da República Democrática do Congo, não notificou formalmente a alfândega para continuar processando as cotas de exportação. Como resultado, grandes produtores incluindo CMOC Group, Glencore, Eurasian Resources Group (ERG) e Huayou Cobalt não conseguiram concluir os procedimentos de exportação. Enquanto isso, a ARECOMS exige que as empresas utilizem suas cotas de exportação do primeiro semestre até 5 de julho, após o que quaisquer volumes não utilizados serão retirados e realocados. Fontes do setor estimam que cerca de 60%–75% das empresas provavelmente não cumprirão o prazo devido a atrasos administrativos. Se o problema não for resolvido rapidamente, até 20 mil toneladas de exportações de cobalto, no valor de aproximadamente US$ 1,1 bilhão aos preços atuais, poderão ser afetadas. Apenas a CMOC poderia perder quase toda sua cota de exportação do segundo trimestre. A SMM continuará acompanhando os desdobramentos.