Nesta semana, a taxa de operação do óxido de zinco ficou em 44,22%, alta de 24,46 pontos percentuais em relação ao mês anterior. Do lado dos estoques, com as empresas de óxido de zinco retomando a produção gradualmente, algumas demonstraram maior disposição para recompor estoques nas quedas, e a compra de matérias-primas aumentou em certa medida; os estoques de produtos acabados, sustentados pela retomada da produção a jusante, registraram recuperação da demanda de compras e apresentaram tendência de redução de estoques ao longo da semana. Em termos de pedidos dos usuários finais, os pedidos de óxido de zinco para borracha e para eletrônicos se recuperaram gradualmente; o óxido de zinco para cerâmica foi impulsionado principalmente pela demanda rígida de clientes antigos, com poucos novos pedidos. O aumento das taxas de operação deveu-se principalmente à retomada concentrada da produção pelas empresas e à conclusão antecipada da manutenção de alguns equipamentos. Embora algumas empresas tenham implementado leves cortes de produção por fatores ambientais, o impacto sobre a taxa de operação geral foi limitado. Para a próxima semana, espera-se que a taxa de operação do óxido de zinco continue subindo e oscile em torno de 55,64%.
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