Embora o lucro principal da Emirates Global Aluminium tenha aumentado 7% no ano passado devido a maiores vendas, a empresa sofreu um grande revés na Guiné — o governo local revogou a concessão de bauxita da sua subsidiária Guinea Alumina Corporation (GAC), resultando numa perda por imparidade de até 765 milhões de dólares. Os Emirados Árabes Unidos opuseram-se a esta decisão, e o presidente da Emirates Global Aluminium, Bin Kalban, revelou que as consultas com as autoridades guineenses ainda estão em curso.
Em resposta à interrupção do fornecimento, a Emirates Global Aluminium rapidamente lançou uma estratégia de abastecimento diversificada, assinando acordos alternativos de fornecimento de bauxita com países como a Austrália e o Gana, que atualmente podem suprir mais de 70% das suas necessidades de matéria-prima.

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