A Serra Verde, produtora brasileira de elementos de terras raras, anunciou hoje que a Corporação Financeira de Desenvolvimento Internacional dos EUA (DFC) ofereceu um pacote de financiamento de US$ 565 milhões, que também inclui uma opção para o governo norte-americano adquirir uma participação minoritária na empresa.
O depósito de argila iônica Pela Ema, da Serra Verde, no Brasil, deve iniciar a produção comercial em 2024, com uma produção anual esperada de 5.000 toneladas de óxidos de terras raras totais, incluindo disprósio, érbio, neodímio e praseodímio.
A Serra Verde planeja usar os recursos para refinanciar empréstimos existentes e expandir a capacidade produtiva. O projeto visa aumentar a produção total de óxidos de terras raras para 6.500 toneladas por ano até 2027.

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