O governo da República Democrática do Congo (RDC) submeteu aos Estados Unidos uma lista reduzida de ativos minerais estatais, que passou por várias rodadas de análise interna, para avaliação por investidores norte-americanos no âmbito do pacto bilateral de parceria mineral. Este movimento representa o progresso mais tangível até agora para os EUA na tentativa de influenciar a cadeia de suprimentos de minerais críticos da RDC.
De acordo com reportagem da Reuters, os ativos específicos desta lista incluem:
Licenças de manganês, ouro e cassiterita detidas pela Kisenge.
O projeto de cobre-cobalto Mutoshi e uma joint venture de processamento de germânio sob a Gécamines.
Quatro licenças de ouro detidas pela Sokimo.
Licenças de lítio detidas pela Cominière.
Ativos de coltan, ouro e wolframita detidos pela Sakima.
Esta lista representa a oferta mais direta até agora do governo congolês para Washington e investidores norte-americanos, visando fornecer ativos detidos por suas empresas estatais que ainda não estão comprometidos em acordos de partilha de produção ou joint ventures existentes. Todos os processos afirmam estar em conformidade com a lei congolesa. Para implementar a cooperação, foi estabelecido um "Comitê de Coordenação Conjunta" com representantes de ambos os países. A equipe de alto nível da RDC no comitê inclui o vice-primeiro-ministro da economia e os ministros das relações exteriores, minas e finanças. Os próximos passos do comitê são organizar uma reunião inicial e iniciar o processo de implementação da parceria e negociação de contratos.



