No âmbito da reforma do Imposto Mínimo Global finalizada e anunciada no dia 5 pela OCDE e pelo G20 — com a aprovação de mais de 145 países membros —, as subsidiárias no exterior de empresas multinacionais não estarão sujeitas ao imposto mínimo global se o país anfitrião operar um sistema considerado suficientemente equivalente (um "imposto interno qualificado complementar mínimo") a partir deste ano.
Países como a Coreia do Sul, a União Europeia e o Japão já implementaram regimes de imposto mínimo global alinhados com os padrões internacionais desde 2024. Como resultado desta reforma, espera-se que as empresas sul-coreanas que operam nos Estados Unidos sejam beneficiadas, uma vez que não enfrentarão tributação adicional mesmo que sua alíquota efetiva de imposto sobre as empresas fique abaixo de 15%.
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