Segundo informações da imprensa internacional, a Aliança da Guiné para Bauxita, Alumina e Alumínio (AGB2A-GIC), afiliada ao Grupo Internacional da Guiné, obteve finalmente a aprovação formal do Ministério de Minas e Geologia para retomar todas as operações suspensas desde maio de 2025.
Fontes informadas revelaram que o departamento mineiro selecionou, por fim, a solução mais razoável e benéfica para os interesses nacionais da Guiné: restaurar o status anterior ao incidente, pelo qual o governo guineense irá cobrar diretamente os royalties de mineração da aliança e da Shunda (SD) Mining, substituindo o modelo anterior de cobrança da Axis Mining. Atualmente, a Axis Mining, cujos direitos de mineração foram revogados, entrou com um processo em Nova York, buscando proteger seus direitos por meio de arbitragem.
O diretor-executivo da aliança assinou um protocolo autorizando a empresa a retomar imediatamente as operações na área de licença de mineração da Guinea Smart Mining Company (GBT). As fontes revelaram ainda que o acordo estipula explicitamente que, dos US$ 250 milhões acordados, a aliança pode iniciar operações na antiga área de licença da Axis Mining assim que US$ 125 milhões forem transferidos para os cofres da Guiné. Se a mina da Axis Mining envolvida retomar as operações normais em dezembro, espera-se que contribua com aproximadamente 40 milhões de toneladas de oferta ao longo de 2026.


![Aumentos de preços de setembro implementados; fluoreto de alumínio mantém forte tendência [Revisão Semanal de Sal de Flúor da SMM]](https://imgqn.smm.cn/usercenter/qKBjc20251217171650.jpg)
