A Associação de Fabricantes Secundários de Alumínio (ASMA) está a instar o governo a ajustar as tarifas de importação de alumínio primário para mitigar o impacto na indústria de alumínio a jusante.
Numa carta dirigida ao governo, a ASMA argumentou que a tarifa de 7,5% sobre o alumínio primário, que é inicialmente produzido a partir da alumina através do processo de eletrólise, está a impulsionar os preços domésticos para níveis que muitos fabricantes já não conseguem suportar. No entanto, o alumínio secundário, produzido a partir de sucata reciclada, não enfrenta este problema, mas a maioria dos produtores a jusante ainda depende fortemente do metal primário.
De acordo com a associação, a indústria a jusante abrange centenas de micro, pequenas e médias empresas e desempenha um papel crucial na extração de valor económico do alumínio. A sua competitividade já está ameaçada. A ASMA alertou: "Instamos o governo a reduzir a tarifa de importação de alumínio primário para garantir a racionalização dos preços domésticos", acrescentando que apenas o alumínio primário representa quase 80% dos custos de produção neste sector. As tarifas de importação contribuem directamente para preços de venda mais elevados.

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