A Alcoa está a considerar a venda de uma fundição de alumínio, apesar de esperar receber aproximadamente 90 milhões de euros (cerca de 69 milhões de yuan) em ajudas estatais.
O grupo prevê que a fábrica de produção de alumínio primário registre perdas entre 90 milhões e 110 milhões de euros (aproximadamente 690 milhões a 843 milhões de yuan) este ano. A partir de 2027, se a unidade se tornar rentável, será considerada a sua continuação; caso contrário, será ponderada uma venda.
O futuro do parque industrial da Alcoa em San Ciprián, Cervo, enfrenta novamente uma grande incerteza. A multinacional norte-americana levantou a possibilidade de vender a fundição de alumínio primário, ao mesmo tempo que avalia outra opção mais preocupante: o encerramento da refinaria de alumina. Estes detalhes foram divulgados durante o evento de investidores da empresa realizado na semana passada, que visava apresentar a sua estratégia futura aos investidores. Se algum dos planos se concretizar, a implementação ocorrerá após 2027 — coincidindo com a expiração do acordo de proteção de emprego alcançado com os trabalhadores em 2021, que os protege de despedimentos. Apesar das discussões sobre venda e encerramento, a empresa sediada em Pittsburgh também planeia aumentar significativamente o montante de ajudas públicas que recebe do governo.



