A União Europeia propôs reduzir as importações de certas ferroligas à base de silício e manganês em 25% a partir de 18 de novembro de 2025, até 17 de novembro de 2028. O objetivo é ajudar os produtores europeus a recuperarem, garantindo ao mesmo tempo o abastecimento suficiente para os utilizadores a jusante.
As importações serão geridas através de contingentes tarifários (TRQs). As remessas dentro da quota são isentas de direitos, enquanto os volumes excedentes enfrentarão tarifas.
A inclusão da Noruega e da Islândia, ambas parte do Espaço Económico Europeu (EEE), acrescenta outra camada de preocupação, uma vez que pode tensionar as relações comerciais e os laços económicos mais amplos, já que o seu fornecimento representa cerca de metade das importações da UE.

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