Em 18 de novembro, a Rio Tinto anunciou que reduzirá a produção de alumina em sua refinaria de Yarwun, em Queensland, em 40% a partir de outubro de 2026, uma medida que visa estender a vida útil da fábrica até 2035. A empresa afirmou que a construção de uma segunda instalação de rejeitos exigiria um nível de investimento que atualmente não é economicamente viável.
A redução diminuirá a produção anual de alumina em aproximadamente 1,2 milhão de toneladas — cerca de 3% da oferta externa da China —, embora a Rio Tinto tenha confirmado que as entregas aos clientes não serão afetadas. A medida impactará cerca de 180 empregos em Yarwun, que emprega aproximadamente 725 pessoas.
A decisão ocorre em meio a custos persistentemente altos de energia e mão de obra na Austrália, enquanto os preços globais da alumina caíram para os menores patamares em dois anos. Analistas observam que o aumento da oferta da Indonésia continua a pressionar as margens dos processadores australianos.
As minas de bauxita e as fundições de alumínio da Rio Tinto continuarão operando em capacidade total. A empresa decidirá se comercializará o excedente de bauxita de Weipa ou reduzirá a produção da mina assim que a redução entrar em vigor.


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