O governo dos EUA formulou um plano para adquirir participação acionária em empresas australianas de minerais críticos, como parte de sua estratégia de financiamento para expandir o fornecimento de minerais críticos e reduzir a dependência da China. Em setembro deste ano, uma delegação de 15 empresas australianas de minerais críticos seguiu para Washington e Nova York, reunindo-se com altos funcionários do governo norte-americano. O lado americano revelou que avaliará as propostas apresentadas pelas empresas e utilizará os canais de financiamento existentes para promover a implementação dos projetos, com foco especial na preparação de projetos programados para 2027.
Simultaneamente, os EUA também voltaram sua atenção para os recursos de terras raras do Brasil. O Brasil detém a segunda maior reserva mundial de terras raras, aproximadamente 21 milhões de toneladas, mais de dez vezes as reservas de terras raras dos EUA. Em 2024, a primeira mina de grande escala de terras raras do Brasil iniciou oficialmente a produção. Esta mina é um dos poucos projetos fora da Ásia capaz de produzir elementos de terras raras como disprósio, térbio, neodímio e praseodímio.


