[SMM Alumínio Expresso Notícias] O recente decreto do Ministro da Energia e Recursos Minerais, Nº 268 de 2024, sobre a precificação da bauxita, provocou reações dos operadores de mineração. A regulamentação, que modifica os mecanismos de precificação anteriores, está sendo analisada pelas partes interessadas do setor.
De acordo com Ronald Sulistyanto, Presidente da Associação da Bauxita da Indonésia (ABI), a nova política permite a compra abaixo do Preço de Referência Mineral (HPM) oficial, diferentemente da regulamentação anterior que estabelecia preços mínimos. "A implementação atual mostra o HPM em US$ 40 por tonelada, enquanto os preços de compra reais ficam em US$ 28", observou ele durante uma discussão do setor de mineração.
Sulistyanto destacou que os mineiros permanecem obrigados a pagar royalties com base no valor integral do HPM, apesar dos preços de venda mais baixos. A ABI sugeriu a implementação de um sistema de precificação fixa semelhante ao modelo do setor de níquel, onde as transações devem alinhar-se aos preços de referência.
Os representantes do setor enfatizam que mecanismos de precificação equilibrados apoiariam operações sustentáveis tanto para os setores de mineração quanto de refino. A discussão continua sobre a implementação ideal das políticas de precificação de minerais para manter a posição da Indonésia no mercado global de bauxita.

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