[SMM Alumínio Expresso Notícias] JACARTA (15 de outubro) – O Ministro da Energia e Recursos Minerais, Bahlil Lahadalia, está a avançar firmemente com a política de downstream da Indonésia para a bauxita, reforçando a proibição da exportação de matérias-primas para acelerar o crescimento da indústria doméstica.
A Indonésia, detentora das quartas maiores reservas mundiais de bauxita (9,8% globalmente) e classificada em sexto lugar na produção, está a construir um ecossistema de processamento robusto. O Ministro Bahlil confirmou que a capacidade total construída de fundição de alumínio atingiu 17,5 milhões de toneladas para matérias-primas.
Crucialmente, o governo garante que os preços da bauxita permanecerão estáveis, apesar do aumento do número de fundições, uma distinção fundamental em relação à experiência com o níquel. Esta confiança está enraizada na alta procura doméstica por alumínio, que ainda supera a capacidade industrial atual, necessitando de importações contínuas.
Apoiando esta iniciativa, o investimento no setor de downstream tem como meta 7 a 8 mil milhões de dólares para 2025, com 3 a 4 mil milhões de dólares já realizados até agosto. A perspetiva de longo prazo é forte, com a PT Inalum a projetar um aumento de seis vezes na procura de alumínio nos próximos 30 anos, impulsionado pela transição energética global e pelo ecossistema de veículos elétricos.


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