[SMM Alumínio Expresso Notícias] A Associação Indonésia de Bauxita (ABI) comentou sobre o potencial de PMEs, cooperativas e organizações comunitárias administrarem minas fora dos contratos de carvão.
O presidente da ABI, Ronald Sulistyanto, afirmou que, para antigos locais de mineração de bauxita, o governo deve considerar cuidadosamente vários desafios antes de concedê-los, especialmente com base prioritária. Ele destacou que a mineração de bauxita não é simples; os depósitos são extensos e não são facilmente extraídos como outros minerais de extração pontual.
Os principais obstáculos incluem a disponibilidade geográfica limitada da bauxita, principalmente em Kalimantan Ocidental, com depósitos menores em Kalimantan Central e Riau. Além disso, muitas licenças de mineração de bauxita (IUP) existentes sobrepõem-se a áreas florestais e de plantação, complicando a aquisição de terras e as necessárias negociações empresariais. A construção de infraestrutura de apoio também apresenta um desafio significativo.
Ronald também observou que várias das 69 empresas membro da ABI cessaram operações devido a restrições de capital e preços da bauxita definidos abaixo do benchmark oficial (HPM), agravados pelo número limitado de fundições locais.
Em conclusão, embora a ABI apoie a nova regulamentação de mineração do governo que permite este esquema prioritário, Ronald enfatizou que as dificuldades práticas da mineração de bauxita são substanciais e devem ser totalmente consideradas.

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