A Rio Tinto Considera Aposentadoria Antecipada da Usina de Gladstone, Fundição de Boyne Mudará para Energia Renovável para Produção de Alumínio
Atualmente, o cenário energético em Queensland, na Austrália, está à beira de uma grande transformação. A gigante mineira Rio Tinto revelou que planeja possivelmente aposentar antecipadamente a Usina de Gladstone, com o objetivo de março de 2029, seis anos antes do cronograma original. Esta usina a carvão está em operação desde 1976 e desempenhou um papel crucial no fornecimento de energia para a região, com suas seis turbinas tendo uma capacidade total de geração de até 1.680 megawatts (MW).
Em 1º de outubro de 2025, a CS Energy notificou formalmente o Operador do Mercado de Energia da Austrália (AEMO) sobre o possível fechamento antecipado da usina. Esta notificação formal fornece ao mercado o período de entrega necessário de 3,5 anos estipulado pelas Regras Nacionais de Eletricidade.
Por que a saída antecipada? A recente movimentação está alinhada com a iminente expiração do contrato de fornecimento com a Boyne Smelters Limited, que faz parte do negócio de alumínio da Rio Tinto e responde por aproximadamente 10% do consumo total de eletricidade de Queensland. À medida que a Rio Tinto desloca seu foco para a energia renovável, está acelerando a transição de suas operações de alumínio para manter sua competitividade global. Em 2024, a empresa assinou um dos acordos de compra de energia renovável mais significativos da Austrália, garantindo 2,7 gigawatts (GW) de energia eólica e solar para suas instalações.


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