Na primeira semana de setembro, a taxa operacional dos produtores de liga de alumínio primário subiu 0,2% em relação ao mês anterior, para 56,6%, indicando um ritmo de recuperação ainda lento no início da temporada alta. Com o início do pico tradicional de consumo em setembro, o processo de retomada da produção em setores de processamento primário, como tarugos de alumínio, continuou avançando, sustentando o efeito de desvio no alumínio líquido. Embora algumas empresas tenham mantido a liberação de capacidade otimizando estruturas de produto e expandindo pedidos em segmentos de nicho, a taxa operacional geral teve melhoria limitada.
O feedback das empresas revelou que as empresas de primeira linha mantiveram consumo de alumínio primário basicamente estável em relação à semana anterior, com grandes empresas sustentando taxas de utilização de capacidade relativamente altas devido a pedidos estáveis e vantagens de integração de recursos. No entanto, pequenas e médias empresas continuaram limitadas por carteiras de pedidos fracas, com a maioria relatando nenhuma melhoria significativa na disposição de compra a jusante. A recuperação real nas taxas operacionais ficou abaixo das expectativas, com restrições do lado da demanda permanecendo o principal desafio do setor.
Embora as interrupções por riscos tarifários tenham diminuído um pouco, e algumas empresas a jusante tenham iniciado recompras tentativas, fornecendo suporte temporário ao mercado, a recuperação no consumo final ainda ficou abaixo das expectativas. O efeito defasado do apoio político se traduzindo em demanda final persistiu. A SMM manteve sua previsão de que a demanda por alumínio primário continuaria enfrentando pressão no curto prazo, com a recuperação do setor dependendo de melhorias mais sustentadas no consumo final e na confiança do mercado.


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