A European Aluminium está pressionando a Comissão Europeia a corrigir o que chama de condições de mercado “distorcidas” causadas pelo novo acordo comercial entre a UE e os EUA. O pacto impõe uma tarifa de importação de 15% nos EUA para sucata de alumínio, tornando mais simples o envio de sucata através do Atlântico do que o de metal primário ou de produtos semifabricados. A associação alerta que esse desequilíbrio prejudicará os recicladores europeus ao incentivar a saída de sucata do continente e criar uma “arbitragem prejudicial”.
Embora a European Aluminium tenha saudado o reconhecimento do problema pela presidente Ursula von der Leyen — por meio de referências a tarifas mais baixas e a um sistema de cotas —, ela ressaltou que o momento e os detalhes ainda não estão claros. O grupo deu à Comissão oito semanas para agir e espera, até setembro, uma decisão definitiva que apoie uma medida de exportação erga omnes para sucata de alumínio.


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