A St George Mining Limited concluiu recentemente a entrega de amostras de terras raras provenientes do seu projeto brasileiro integralmente detido, Araxá, para o projeto MagBras, com um volume total de 30 kg. Esta entrega marca um marco histórico, uma vez que é a primeira vez que a empresa de mineração fornece produtos de terras raras à MagBras.
O projeto MagBras, um modelo de parceria público-privada, está comprometido em estabelecer uma cadeia industrial completa para a fabricação de ímãs de terras raras no Brasil. As amostras de terras raras recebidas, na forma de oxalato, foram meticulosamente produzidas na unidade piloto em Araxá.
Para aprofundar ainda mais a cooperação, a St George Mining e a MagBras assinaram conjuntamente um acordo de cooperação. O acordo visa promover a P&D de ímãs permanentes, aproveitando os abundantes recursos de terras raras de alta qualidade na região de Araxá, explorando conjuntamente novas possibilidades para o desenvolvimento industrial.
Além disso, os trabalhos de perfuração estão em pleno andamento no local do projeto Araxá. Atualmente, cinco equipamentos de perfuração estão operando a plena capacidade, com planos de realizar mais de 9.000 metros de perfuração diamantina. Esta iniciativa é uma parte crucial da expansão e atualização do programa de avaliação de recursos minerais existente. Vale ressaltar que os recursos comprovados em conformidade com o JORC em Araxá são notáveis, com um teor de óxidos de terras raras de até 4,13% e um volume total de 40,64 milhões de toneladas, enquanto o teor de nióbio atinge 0,68% com um volume total de 41,2 milhões de toneladas, demonstrando o enorme potencial de desenvolvimento

![Preços de terras raras apresentam desempenho misto; sentimento de espera no downstream é forte [Revisão Diária de Terras Raras da SMM]](https://imgqn.smm.cn/usercenter/rqOXm20251217171744.jpeg)
