Em junho, o consumo real de energia elétrica na fundição por tonelada métrica (t) e o consumo de energia elétrica na fundição por tonelada métrica (t) baseado em 50 para a produção de ferro-cromo de alto carbono na PT Qingfeng Ferrochrome Indonésia (QFF), no Parque Industrial de Morowali, Indonésia, caíram pela primeira vez abaixo de 3.000 kwh/t, passando da "faixa dos 3.000" para a "faixa dos 2.000". Isso representou um avanço tecnológico significativo, estabelecendo um novo mínimo histórico e indicando que a QFF havia feito progressos notáveis na utilização eficiente de recursos e na tecnologia de fundição de baixo carbono.
A queda inovadora no consumo de energia elétrica na fundição decorreu de duas inovações tecnológicas fundamentais. Em primeiro lugar, a entrada em operação do projeto de recuperação eficiente de ferro por separação magnética, que recuperou e enriqueceu com precisão os materiais contendo ferro, reduzindo significativamente a quantidade de escória de retorno que entra na fornalha, diminuindo a carga ineficaz e o desperdício de energia dentro da fornalha e aumentando consideravelmente a eficiência de utilização das matérias-primas. Em segundo lugar, a otimização das proporções de substituição de fluxantes, que envolveu experimentar a substituição parcial de materiais básicos pelo fluxante original. Este novo processo otimizou o desempenho da escória, reduzindo efetivamente a quantidade total de fluxante que entra na fornalha e diminuindo diretamente o alto consumo de energia necessário para a decomposição e fusão do fluxante.
Essas duas inovações produziram um efeito sinérgico, com a redução do volume de escória de retorno aliviando a carga de processamento subsequente e a diminuição do volume total de fluxante reduzindo o consumo de energia na preparação, processamento e transporte das matérias-primas. Combinado com a gestão enxuta do consumo de energia elétrica em todo o processo (manuseio de matérias-primas, proteção ambiental, circulação de água, etc.), foi alcançada uma otimização sistemática do consumo de energia elétrica integral. Este passo não só reduziu significativamente o custo de produção por tonelada métrica de ferro e as emissões de carbono, aumentando a competitividade do produto, mas também promoveu eficazmente a reciclagem de recursos e a otimização da estrutura das matérias-primas.
O gerente-geral da QFF, Qin Huaxiang, declarou: "Os processos de reciclagem de ferro por separação magnética e de substituição de fluxantes são aplicações inovadoras guiadas pela filosofia de gestão enxuta. O consumo de energia elétrica na fundição de 3.000 kwh/t é um resultado inovador da profunda integração da inovação tecnológica e da gestão enxuta. Isso marca um passo sólido para a empresa na sua transformação em uma empresa conservadora de recursos e amiga do meio ambiente. A seguir, a QFF continuará aprofundando a exploração do potencial tecnológico e orientará a empresa rumo a uma direção de desenvolvimento verde e de alta qualidade."

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