Segundo relatos da mídia norte-americana, os militares dos EUA ainda não tomaram uma decisão sobre as licenças de exportação de ímãs especiais de terras raras, que são usados em equipamentos como caças e sistemas de mísseis. Os EUA ainda restringem a compra por parte da China de chips avançados de inteligência artificial (IA), citando seu potencial valor militar.
Fontes familiarizadas com o assunto revelaram que, durante as conversações em Londres, o lado chinês prometeu acelerar a aprovação de pedidos de exportação de terras raras de empresas estatais não militares dos EUA. Até agora, foram recebidas dezenas de milhares de pedidos, com as licenças de exportação relevantes válidas por seis meses. A China também propôs a criação de um canal verde para empresas estatais "confiáveis" dos EUA, a fim de simplificar o processo de aprovação. Para algumas terras raras militares especiais, incluindo o samário, estão em vigor medidas de controle rigoroso, e essas terras raras não estão incluídas no âmbito de aprovação acelerada abrangido pelo acordo de Londres.



