Na quinta-feira, 24 de abril, o Grupo Internacional de Estudos sobre o Níquel (International Nickel Study Group, INSG) previu um excedente de oferta de 198 mil toneladas no mercado mundial de níquel este ano.
A organização também projetou que o uso global de níquel primário será de 3,537 milhões de toneladas e a produção global de níquel primário será de 3,735 milhões de toneladas em 2025.
O INSG, com sede em Lisboa, afirmou que o excedente foi de 179 mil toneladas em 2024 e de 170 mil toneladas em 2023.
A produção global de níquel primário foi de 3,363 milhões de toneladas em 2023 e de 3,526 milhões de toneladas em 2024, enquanto o uso foi de 3,193 milhões de toneladas e 3,347 milhões de toneladas, respectivamente.
O relatório observou que a emissão atrasada de licenças de mineração (RKABs) na Indonésia levou a um aperto na oferta de minério no mercado de níquel, acrescentando que o impacto das novas taxas especiais de uso na indústria de mineração ainda não foi totalmente avaliado.
O relatório mencionou que a produção de níquel primário na China também deve aumentar, impulsionada pelo aumento da produção de níquel de cátodo e de sulfato de níquel.
No ano passado, os preços do níquel caíram mais de 7%, mas subiram cerca de 3% até agora este ano.



