Taiwan media: responding to sanctions against Russia, TSMC, Intel, AMD, etc., have all cut off their supply.

Publicado: Mar 01, 2022 14:25 (GMT+8)
[Taiwan media: responding to sanctions one after another, TSMC, Intel, and AMD have all been cut off.] on 28 February, according to Taiwan media reports, Russia's invasion of Ukraine triggered international condemnation and sanctions, and countries led by the United States sacrificed export controls to Russia, and Taiwan SMC, Intel, and AMD all responded. The industry expects that large manufacturers will suspend exports to Russia, including restrictions on Russian buyers to purchase US-branded core processors (CPU) through the mainland market. Synchronize will be restricted.

On February 28th, according to Taiwan media reports, Russia's invasion of Ukraine triggered international condemnation and sanctions, and countries led by the United States offered export controls to Russia, which were all responded by Taiwan SMC, Intel, AMD and so on. The industry expects that large manufacturers will suspend exports to Russia, including restrictions on Russian buyers to purchase US-branded core processors (CPU) through the mainland market. Synchronize will be restricted.

According to statistics, Russia is the 35th largest exporter of semiconductors from Taiwan. According to the Taiwan Economic Institute, Russia accounted for about NT $560 million in Taiwan's total semiconductor exports in 2021, accounting for only 0.01 per cent. The industry predicts that the related incident will have little impact on TSMC shipments, but for Russia, which is completely dependent on semiconductor imports, the suspension of supplies by large international companies will be a heavy blow.

With regard to the suspension of shipments to Russia, TSMC reiterated yesterday (27) that it had always complied with the regulations. Intel and AMD have not directly commented on the issue of suspending exports to Russia. Earlier, the Washington Post disclosed that the Biden administration announced sanctions on the 24th, saying it would cut off half of Russia's imports of high-tech products, interrupting Russia's ability to diversify its economy and support its military. TSMC has completely stopped supplying to Russia and its upstream suppliers.

Reported that TSMC no longer make shipments of the customer is the Russian special application chip manufacturer Elbrus. The report quoted Tikos, an electronics expert from James, a British defense intelligence company, as saying that Russian military and Weian departments use Elbrus chips for some computing purposes. The loss of TSMC's chip assistance is a "heavy blow" to Russia.

According to industry insiders, the number of Elbrus films in TSMC is only a few thousand, and most of Russia's main dual-use core CPU still uses Intel platform. However, with Intel actively cooperating with export control measures, it will also affect the relevant adjustment of the supply chain. Supply chain and Mei foreign media mentioned that as the export control Russia policy will take effect, the relevant offices of Intel and AMD outside the United States have also notified relevant channel manufacturers and partners to prohibit the supply of processors to Russian objects on the export control list.

In addition, according to a press release issued by the Industrial Security Bureau of the US Department of Commerce, export control products aimed at Russia include semiconductors, computers, telecommunications, communications security equipment, lasers and sensors, and 49 Russian military objects are included in the entity list. The European Union, Japan, Australia, the United Kingdom, Canada and New Zealand have announced basically similar restrictions.

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Departamento de Recursos Minerais e Petrolíferos da África do Sul (DMPR) emitiu um comunicado à imprensa em 19 de setembro de 2026, esclarecendo sua posição no litígio em curso entre o Reino Bapedi e a Samancor Chrome Ltd. referente às fazendas Wintersveld e Jagdlust em Limpopo, onde a Samancor Chrome detém um direito minerário desde 2016. O comunicado foi emitido em resposta a reportagens da mídia que, segundo o Departamento, haviam deturpado seu papel no processo. De acordo com o DMPR, o Reino Bapedi obteve uma ordem ex parte do Tribunal Superior em dezembro de 2025 autorizando obras de reabilitação nas propriedades por meio da contratada Envirostep (Pty) Ltd e proibindo o que a ordem descreveu como atividades minerárias ilegais. O Departamento foi citado como requerido nesse pedido, mas, seguindo parecer jurídico do Procurador do Estado, optou por não se opor nem participar. A Samancor Chrome não foi citada como parte nessa fase. A ordem foi alterada em fevereiro de 2026 para se aplicar a ambas as fazendas, ainda sem a citação da Samancor Chrome. Em maio de 2026, após o Serviço de Polícia Sul-Africano apreender equipamentos pertencentes à Envirostep, o Reino Bapedi obteve nova ordem ex parte impedindo o SAPS e o Ministro de Recursos Minerais e Petrolíferos de interferir nas atividades de reabilitação, medida à qual o SAPS posteriormente se opôs. A questão foi debatida em audiência conjunta em 31 de julho de 2026, após a qual o julgamento foi reservado; até a data do comunicado do Departamento, nenhuma decisão havia sido proferida. O Departamento aproveitou o comunicado para traçar uma distinção clara entre seu próprio papel regulatório e a posição da Samancor Chrome como titular do direito minerário, afirmando que ele próprio não detém direito minerário ou licença sobre as propriedades Wintersveld e Jagdlust, e que a ordem judicial em questão não suspendeu nem anulou qualquer licença detida pelo DMPR. O direito minerário no centro da disputa pertence à Samancor Chrome e continua sendo objeto do litígio pendente. O Departamento também abordou alegações, levantadas por uma parte no processo, de que teria deixado de cumprir suas responsabilidades regulatórias nos termos da Lei de Desenvolvimento de Recursos Minerais e Petrolíferos, afirmando que tais alegações não foram judicialmente decididas e não devem ser apresentadas como conclusões estabelecidas contra ele. O Departamento declarou que respeita o processo judicial, continuará a cumprir suas responsabilidades legais enquanto a questão permanecer pendente e continuará cooperando com as agências de aplicação da lei em relação a alegações de criminalidade no setor mineral. Nenhuma data foi informada para a expectativa de uma decisão.
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