Will the Rainstorm in Brazil Shore up Manganese Ore Prices?

Publicado: Jan 12, 2022 15:06 (GMT+8)
Vale, the world's second largest iron ore mining giant, has suspended the production at some of its iron ore mines as heavy rains hit south-eastern Brazil.

SHANGHAI, Jan 12 (SMM) - Vale, the world's second largest iron ore mining giant, has suspended the production at some of its iron ore mines as heavy rains hit south-eastern Brazil. The have rainfalls also caused a landslide at its Salobo III copper project in the northern Brazilian state of Pará. Over the weekend, heavy rains hit the state of Minas Gerais in southeastern Brazil, blocking highways and affecting several mining companies. CSN Mineracao SA said that the mining and transport operations at the Casa de Pedra mine were temporarily suspended due to heavy rains; and Usiminas' mining subsidiary has also suspended its operations.

According to customs data, from January to November 2021, China imported 1.479 million mt of Brazil manganese ore, accounting for 5.69% of China’s total manganese ore imports, a decrease of 51.78% compared to imports in the same period in 2020.

According to SMM, the heavy rainfall in Brazil also has had some impacts on manganese mines in Brazil, and the transportation was also restricted. However, since the federal government of Brazil has re-implemented the legality of mining and export restrictions on small mines, many traders and mines in Brazil have suspended their exports, since when the supplies of Brazil ore in China have been gradually reduced. Therefore, SMM thinks that even if the transportation of Brazil manganese ore is obstructed in the short term, the NPI plants in China have other alternatives, and the overall impact on the production of manganese alloy will be relatively small. Hence the prices of Brazil ore is unlikely to go up.

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Departamento de Recursos Minerais e Petrolíferos da África do Sul (DMPR) emitiu um comunicado à imprensa em 19 de setembro de 2026, esclarecendo sua posição no litígio em curso entre o Reino Bapedi e a Samancor Chrome Ltd. referente às fazendas Wintersveld e Jagdlust em Limpopo, onde a Samancor Chrome detém um direito minerário desde 2016. O comunicado foi emitido em resposta a reportagens da mídia que, segundo o Departamento, haviam deturpado seu papel no processo. De acordo com o DMPR, o Reino Bapedi obteve uma ordem ex parte do Tribunal Superior em dezembro de 2025 autorizando obras de reabilitação nas propriedades por meio da contratada Envirostep (Pty) Ltd e proibindo o que a ordem descreveu como atividades minerárias ilegais. O Departamento foi citado como requerido nesse pedido, mas, seguindo parecer jurídico do Procurador do Estado, optou por não se opor nem participar. A Samancor Chrome não foi citada como parte nessa fase. A ordem foi alterada em fevereiro de 2026 para se aplicar a ambas as fazendas, ainda sem a citação da Samancor Chrome. Em maio de 2026, após o Serviço de Polícia Sul-Africano apreender equipamentos pertencentes à Envirostep, o Reino Bapedi obteve nova ordem ex parte impedindo o SAPS e o Ministro de Recursos Minerais e Petrolíferos de interferir nas atividades de reabilitação, medida à qual o SAPS posteriormente se opôs. A questão foi debatida em audiência conjunta em 31 de julho de 2026, após a qual o julgamento foi reservado; até a data do comunicado do Departamento, nenhuma decisão havia sido proferida. O Departamento aproveitou o comunicado para traçar uma distinção clara entre seu próprio papel regulatório e a posição da Samancor Chrome como titular do direito minerário, afirmando que ele próprio não detém direito minerário ou licença sobre as propriedades Wintersveld e Jagdlust, e que a ordem judicial em questão não suspendeu nem anulou qualquer licença detida pelo DMPR. O direito minerário no centro da disputa pertence à Samancor Chrome e continua sendo objeto do litígio pendente. O Departamento também abordou alegações, levantadas por uma parte no processo, de que teria deixado de cumprir suas responsabilidades regulatórias nos termos da Lei de Desenvolvimento de Recursos Minerais e Petrolíferos, afirmando que tais alegações não foram judicialmente decididas e não devem ser apresentadas como conclusões estabelecidas contra ele. O Departamento declarou que respeita o processo judicial, continuará a cumprir suas responsabilidades legais enquanto a questão permanecer pendente e continuará cooperando com as agências de aplicação da lei em relação a alegações de criminalidade no setor mineral. Nenhuma data foi informada para a expectativa de uma decisão.
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