Macro Roundup (Feb 23)

Publicado: Feb 23, 2021 08:50 (GMT+8)
The U.S. dollar resumed its slide on Monday and reached multi-year lows against the British pound and the Australian dollar as traders focused on the promise of coronavirus vaccinations and the outlooks for economic growth and inflation that could push bond yields higher.

SHANGHAI, Feb 23 (SMM) — This is a roundup of global macroeconomic news last night and what is expected today.

The U.S. dollar resumed its slide on Monday and reached multi-year lows against the British pound and the Australian dollar as traders focused on the promise of coronavirus vaccinations and the outlooks for economic growth and inflation that could push bond yields higher.

The U.S. dollar index was last down 0.3% in afternoon trading in New York at 90.046 and about even for the year. The dollar has been trending down in February and has now given up about all of its January recovery from a 2020 decline of nearly 7%.

The dollar’s latest retreat comes with spreading belief that the U.S. will go farther than necessary to support the economy with government spending and easy money policies and end up with too much inflation and too much additional debt.

Looking for any sign that the U.S. Federal Reserve might become less dovish and more mindful of inflation, markets will be watching testimony on Tuesday from Federal Reserve Chair Jerome Powell to the Senate Banking Committee.

On Wall Street, steep losses in technology shares dragged down the S&P 500 on Monday as a continuous rise in bond yields dented the appetite for growth stocks. Meanwhile, investors piled into economically sensitive names to bet on a comeback.

The broad equity benchmark lost 0.8% to 3,876.50 in volatile trading, falling for a fifth straight session amid the weakness in tech and consumer discretionary. The Nasdaq Composite fell 2.5% to 13,533.05 as Tesla shares slid 8.6%. Big Tech stocks came under pressure with Apple, Amazon and Microsoft all dropping at least 2%.

The Dow Jones Industrial Average reversed a 200-point loss to close 27.37 points higher, or 0.1%, at 31,521.69. A handful of economic comeback plays boosted the blue-chip benchmark. Disney jumped 4.4%, while industrial giant Caterpillar and chemicals company Dow Inc. both climbed more than 3.5%. American Express and Chevron gained 3.2% and 2.7%, respectively.

Oil prices gained more than 3% on Monday, driven by the expected slow return of U.S. crude output after last week’s deep freeze in Texas shut in production.

U.S. producers shut anywhere from 2 million to 4 million barrels per day of oil output due to the bad weather in Texas and other oil producing states, and the unusually cold conditions may have damaged installations that could keep output offline longer than expected.

Shale oil producers in the region could take at least two weeks to fully restart normal output, sources said, as damage assessments and power disruptions slow their recovery.

But with limited refining capacity, and the expectation that refiners, too, could take weeks to return to normal, oil prices may stumble from a lack of demand, said Bob Yawger, director of energy futures at Mizuho in New York.

Gold rose more than 1.5% to a near one-week high on Monday, as expectations for rising inflation triggered equity valuation concerns and drove investors toward the safe-haven metal, while a weaker U.S. dollar lent further support.

Spot gold was up 1.5% at $1,808.16 an ounce by 1:46 p.m. EST, after hitting its highest level since Feb. 16 in the session.

U.S. gold futures settled up 1.7% at $1,808.40.

Developments surrounding the pandemic and vaccine rollout remain in focus. The U.K. on Monday unveiled how it plans to lift lockdown measures gradually in the coming months, as its vaccination rollout maintains its good pace.

On the data front, Germany’s Ifo Institute business climate index rose in February, with sentiment in Europe’s largest economy improving by more than expected on both current conditions and expectations.

Declaração sobre a Fonte de Dados: Com exceção das informações publicamente disponíveis, todos os demais dados são processados pela SMM com base em informações publicamente disponíveis, comunicação de mercado e com base no modelo de base de dados interna da SMM. São apenas para referência e não constituem recomendações para a tomada de decisão.

Para quaisquer perguntas ou para obter mais informações, entre em contato: lemonzhao@smm.cn
Para mais informações sobre como aceder aos nossos relatórios de investigação, entre em contato:service.en@smm.cn
Notícias Relacionadas
Rota de processamento da Imwelo, na Tanzânia, é selecionada após recuperação de ouro subir para 84,5%
25 Sep 2026 16:02 (GMT+8)
Rota de processamento da Imwelo, na Tanzânia, é selecionada após recuperação de ouro subir para 84,5%
Leia mais
Rota de processamento da Imwelo, na Tanzânia, é selecionada após recuperação de ouro subir para 84,5%
Rota de processamento da Imwelo, na Tanzânia, é selecionada após recuperação de ouro subir para 84,5%
[SMM Gold Flash] A Lake Victoria Gold relatou novos testes metalúrgicos para minério intemperizado na Área C de seu projeto Imwelo Gold, totalmente licenciado, na Tanzânia. A lavagem por atrito seguida de deslamagem aumentou a extração de ouro em 24 horas de 49,99% para 84,54% em testes de lixiviação agitada. A recuperação em bottle-roll atingiu 88,15% após o pré-tratamento, enquanto o ouro recuperável por gravidade também aumentou. O trabalho foi conduzido pela Nesch Mintech Tanzania em Mwanza. A empresa identificou a lavagem por atrito e a deslamagem como a rota de pré-tratamento preferida para otimização adicional do material próximo à superfície, rico em argila. A Lake Victoria Gold afirma que os resultados complementam trabalhos anteriores em material mais profundo, onde foram relatadas recuperações de aproximadamente 96–97%. É importante ressaltar que as recuperações relatadas referem-se às frações pré-tratadas testadas e ainda não representam a recuperação global da planta para o minério integral; estão planejados mais trabalhos de balanço de massa e otimização.
25 Sep 2026 16:02 (GMT+8)
Aurum drilling entrega interseção de 155 g/t de ouro em Boundiali, na Costa do Marfim
25 Sep 2026 15:58 (GMT+8)
Aurum drilling entrega interseção de 155 g/t de ouro em Boundiali, na Costa do Marfim
Leia mais
Aurum drilling entrega interseção de 155 g/t de ouro em Boundiali, na Costa do Marfim
Aurum drilling entrega interseção de 155 g/t de ouro em Boundiali, na Costa do Marfim
[SMM Gold Flash] A Aurum Resources divulgou novos resultados de ensaios de 22 furos de sondagem diamantada, totalizando 6.172,8 metros, no depósito BST1 de seu Projeto de Ouro Boundiali, na Costa do Marfim. Os resultados incluem 2,63 metros com teor de 76,74 g/t de ouro a partir de 195,2 metros, incluindo 1,3 metros com 155 g/t, além de 24 metros com 6,31 g/t a partir de 108 metros, incluindo 7 metros com 19,25 g/t. Várias interseções se estendem além do envelope de recursos existente do BST1. Os resultados alimentarão a atualização planejada dos Recursos Minerais de Boundiali, prevista para o início do quarto trimestre de 2026. A empresa afirma que a mineralização permanece aberta ao longo do strike e em profundidade, enquanto a perfuração continua em todo o projeto. Os resultados representam, portanto, um desenvolvimento de exploração e crescimento de recursos, e não produção adicional. Boundiali possui atualmente um Recurso Mineral JORC de 3,22 milhões de onças, enquanto a Aurum avança com um estudo de viabilidade definitivo.
25 Sep 2026 15:58 (GMT+8)
Estudo constata que a platina apresenta vínculos mais fortes com a inflação e as taxas reais do que o ouro
25 Sep 2026 15:52 (GMT+8)
Estudo constata que a platina apresenta vínculos mais fortes com a inflação e as taxas reais do que o ouro
Leia mais
Estudo constata que a platina apresenta vínculos mais fortes com a inflação e as taxas reais do que o ouro
Estudo constata que a platina apresenta vínculos mais fortes com a inflação e as taxas reais do que o ouro
[SMM Flash Ouro & Metais do Grupo da Platina] Um novo estudo publicado no Journal of Commodity Markets conclui que a platina exibiu um co-movimento mais amplo e persistente com a inflação e as taxas de juros reais do que o ouro. Os pesquisadores Arusha Cooray e İbrahim Özmen examinaram dados mensais de julho de 1999 a dezembro de 2024 nos EUA, Alemanha, Itália, França, Suíça e Países Baixos, usando análise de pontos de inflexão, coerência wavelet e métodos de causalidade de Granger variável no tempo. O estudo constatou que as relações macroeconômicas do ouro foram comparativamente mais fracas e fragmentadas, enquanto a platina e a prata mostraram sincronização mais ampla, particularmente nos EUA e na Alemanha. Os pesquisadores atribuem a maior sensibilidade macroeconômica da platina, em parte, à sua substancial exposição industrial, o que significa que seu preço reflete não apenas as condições monetárias, mas também a atividade manufatureira, o investimento e as restrições de oferta. Os resultados não estabelecem a platina como uma proteção contra a inflação universalmente superior: as relações variaram entre países, períodos e regimes de política monetária. Em vez disso, o estudo destaca uma diferença fundamental entre os metais, com o papel monetário e defensivo mais amplo do ouro produzindo uma resposta diferente às condições de inflação e de taxas reais.
25 Sep 2026 15:52 (GMT+8)