Raw Steels MMI Surges 14%, Steel Rally is Starting to Look Sustainable

Publicado: May 05, 2016 14:22 (GMT+8)
Steel prices continued to soar in April, holding their place as the best price performer among industrial metals this year.

May 5, 2016

Steel prices continued to soar in April, holding their place as the best price performer among industrial metals this year.

In Q1, it appeared that anti-dumping actions were the only force causing steel prices to rally. That questioned the longevity of the price rally since steel buyers could always turn to international suppliers for cheaper prices if domestic prices overextended. However, the picture has recently changed.

China Steel Prices Surge on Government Stimulus

Prices are not just rising domestically but globally, particularly in China. Chinese steel prices have jumped over 40% in a matter of weeks. Take HRC prices, in the U.S. they have increased in the ballpark of 30% so far in 2016 while Chinese HRC prices have now risen over 50% this year.

China’s not-so-mini fiscal stimulus, initiated late last year, has really picked up momentum in recent weeks. Across a number of metrics, China’s economy has surged this year driving a risk on sentiment among investors, the strength of which has caught many by surprise.

In Q1, China’s industrial production rose 5.8% year-on-year, the highest growth figure since June 2015. State banks and local governments are also pumping money into fixed asset investment (FAI). In Q1, FAI growth accelerated to 10.7%. The data indicates that China’s real estate investments grew due to rising home sales.

Raw Material Prices Rise

Of course, the rally in steel prices was also supported by a rise in raw material prices. Oil prices managed to climb above $45 a barrel, shaking off bearish news in April, a sign that underlying sentiment might be shifting in favor of higher prices. Iron ore prices climbed as high as $70.46 in April, the highest level in 15 months. Scrap prices also continued to rise in April.

Production Ramps Up

Global raw steel production during March reached its highest total in nine months with global raw-steel capacity utilization at 70.2%, up 3.9% from February although still 1.3% lower than the same period last year.

Previously, China committed to reduce its excess steel capacity. However, it doesn’t look like this will be in the form of supply cuts. For the month of March, China’s raw steel production increased 20.74% from February to 70.7 million metric tons, an increase of 2.9% over the March 2015 total. That seems to suggest that rising steel prices have only ensured that Chinese steel mills produce more of the metal. The big question is whether the stimulus-driven demand will be enough to absorb current supply. So far, markets seem optimistic about it.

Sustainable Price Rally?

These developments might only serve to prolong the problems of overcapacity in the steel industry but that doesn’t change the fact that we could see strong steel prices for at least much of the second half of the year. Prices could come down sometime in the future but, right now, momentum is clearly pointing upward for steel and for commodities across the board.

Chinese stimulus programs suggest that lax lending and stimulus have, indeed, spurred a new infrastructure economic boom. China has stated that it doesn’t want to create an additional property bubble but there are reasons to be skeptical. Previously, China has shown that shot-in-the-arm stimulus programs often turn into prolonged addictive habits, perhaps spurring demand growth for longer than what most people anticipate.


Declaração sobre a Fonte de Dados: Com exceção das informações publicamente disponíveis, todos os demais dados são processados pela SMM com base em informações publicamente disponíveis, comunicação de mercado e com base no modelo de base de dados interna da SMM. São apenas para referência e não constituem recomendações para a tomada de decisão.

Para quaisquer perguntas ou para obter mais informações, entre em contato: lemonzhao@smm.cn
Para mais informações sobre como aceder aos nossos relatórios de investigação, entre em contato:service.en@smm.cn
Notícias Relacionadas
KGHM e South32 lançam expansão de US$ 725 milhões em Sierra Gorda, elevando a capacidade de cobre em 26%
02 Oct 2026 16:31 (GMT+8)
KGHM e South32 lançam expansão de US$ 725 milhões em Sierra Gorda, elevando a capacidade de cobre em 26%
Leia mais
KGHM e South32 lançam expansão de US$ 725 milhões em Sierra Gorda, elevando a capacidade de cobre em 26%
KGHM e South32 lançam expansão de US$ 725 milhões em Sierra Gorda, elevando a capacidade de cobre em 26%
KGHM e South32 iniciaram a construção de uma quarta linha de moagem na mina de cobre-molibdênio Sierra Gorda, na região de Atacama, no Chile. A expansão de US$ 725 milhões terá duração de três anos a partir de janeiro de 2027, com conclusão até o final de 2029 e produção plena no segundo semestre de 2030. A capacidade de processamento de minério aumentará 26%, de 131.000 toneladas por dia para 165.000 tpd. A produção anual de cobre deve subir de 165.000 toneladas em 2025 para 195.000 toneladas, com 6.000 toneladas de molibdênio, 58.000 onças de ouro e 1,7 milhão de onças de prata como subprodutos. O projeto criará mais de 900 empregos diretos e será financiado pelo fluxo de caixa operacional e por dívida. Espera-se que os custos operacionais unitários caiam cerca de 10%.
02 Oct 2026 16:31 (GMT+8)
Emerita estende a revisão final do PFS da Faixa Piritosa Ibérica Ocidental, com divulgação prevista para as próximas semanas
02 Oct 2026 15:31 (GMT+8)
Emerita estende a revisão final do PFS da Faixa Piritosa Ibérica Ocidental, com divulgação prevista para as próximas semanas
Leia mais
Emerita estende a revisão final do PFS da Faixa Piritosa Ibérica Ocidental, com divulgação prevista para as próximas semanas
Emerita estende a revisão final do PFS da Faixa Piritosa Ibérica Ocidental, com divulgação prevista para as próximas semanas
Emerita Resources forneceu uma atualização sobre o Estudo de Viabilidade Preliminar (PFS) do seu projeto polimetálico Iberian Belt West, na Espanha, afirmando que o estudo está bastante avançado, mas ainda em revisão técnica final. A empresa informou que o processo de revisão foi ampliado para incluir supervisão técnica e de garantia de qualidade adicional antes da publicação. Como resultado, a Emerita agora espera que o PFS seja divulgado nas próximas semanas, em vez do prazo anteriormente indicado. O Iberian Belt West contém mineralização de cobre, zinco, chumbo, ouro e prata e é um dos principais ativos em fase de desenvolvimento da Emerita na Espanha. Espera-se que o PFS forneça detalhes atualizados sobre o plano de mina proposto, configuração do processamento, requisitos de capital, custos operacionais e economia do projeto. A Emerita afirmou que o trabalho de revisão adicional visa garantir consistência e completude entre as disciplinas técnicas que contribuem para o estudo antes de sua finalização. A empresa não anunciou uma data de publicação específica revisada, e nenhum novo dado de produção, capital ou econômico foi divulgado na atualização mais recente. A revisão estendida adia o próximo grande marco técnico do Iberian Belt West, mas a empresa continua indicando que o PFS está próximo da conclusão. Para o mercado de cobre, a importância do estudo dependerá do perfil de produção e da economia do projeto finalmente divulgados, particularmente a contribuição do cobre em relação aos outros metais pagáveis do projeto. A atenção, portanto, permanecerá voltada para o momento da divulgação do PFS e se o estudo final alterará materialmente as perspectivas de desenvolvimento do projeto.
02 Oct 2026 15:31 (GMT+8)
Cascadia Intersecta 75,55 m com 1,19% de Cu no Projeto de Cobre-Ouro Carmacks
02 Oct 2026 15:27 (GMT+8)
Cascadia Intersecta 75,55 m com 1,19% de Cu no Projeto de Cobre-Ouro Carmacks
Leia mais
Cascadia Intersecta 75,55 m com 1,19% de Cu no Projeto de Cobre-Ouro Carmacks
Cascadia Intersecta 75,55 m com 1,19% de Cu no Projeto de Cobre-Ouro Carmacks
Cascadia Minerals relatou resultados adicionais de perfuração de seu programa de exploração de 2026 no projeto de cobre-ouro Carmacks, em Yukon, Canadá, com novas perfurações de expansão estendendo a mineralização na Zona 2000S além dos limites do Recurso Mineral existente. O furo de sondagem CD-26-058 retornou 75,55 metros com teor de 1,19% de cobre, 0,97 g/t de ouro, 10,4 g/t de prata e 335 ppm de molibdênio, equivalente a 2,18% de cobre equivalente. O intervalo incluiu 48,66 metros com teor de 1,61% de cobre, 1,39 g/t de ouro, 15,1 g/t de prata e 475 ppm de molibdênio, equivalente a 3,03% de CuEq. No mesmo furo, um intervalo de maior teor de 14,50 metros retornou 2,30% de cobre, 2,68 g/t de ouro, 29,5 g/t de prata e 1.015 ppm de molibdênio, equivalente a 5,08% de CuEq. Um segundo furo, CD-26-059, interceptou 93,99 metros com teor de 0,96% de cobre, 0,70 g/t de ouro, 4,6 g/t de prata e 919 ppm de molibdênio, equivalente a 1,94% de CuEq. Isso incluiu 63,97 metros com 1,26% de cobre, 0,96 g/t de ouro, 6,3 g/t de prata e 1.049 ppm de molibdênio, equivalente a 2,52% de CuEq. A Cascadia afirmou que os resultados mais recentes continuam a expandir a mineralização na Zona 2000S além dos limites do Recurso Mineral atual e destacam a natureza de maior teor da extensão. Os intervalos de perfuração relatados representam espessuras perfuradas, com larguras verdadeiras estimadas em aproximadamente 60–70%. Os resultados mais recentes de expansão indicam que a mineralização de cobre-ouro na Zona 2000S se estende além dos limites do atual Recurso Mineral de Carmacks. Os intervalos amplos e as zonas internas de maior teor poderiam apoiar uma futura expansão do recurso se perfurações adicionais confirmarem a continuidade. No entanto, as novas interseções ainda não foram incorporadas a uma Estimativa de Recurso Mineral atualizada, o que significa que seu impacto final na escala do projeto e no planejamento da mina ainda está por ser determinado.
02 Oct 2026 15:27 (GMT+8)