Esta semana, a taxa de operação das empresas de óxido de zinco foi registrada em 58,21%, queda de 1,76 ponto percentual em relação à semana anterior. No lado dos estoques, os preços do zinco oscilaram em baixa esta semana, e as empresas de óxido de zinco reabasteceram matérias-primas nas quedas, com aumento do estoque de matérias-primas. No entanto, algumas empresas, afetadas pela demanda do consumo final, enfrentaram maior resistência nas expedições, com retiradas de produtos acabados dos armazéns permanecendo lentas e estoques subindo em paralelo. Esta semana, as taxas de operação do setor recuaram em relação à semana anterior, pressionadas pela demanda fraca do consumo final, à medida que algumas empresas desaceleraram seu ritmo de produção e a liberação de capacidade se contraiu. O consumo geral do mercado apresentou desempenho fraco, com pedidos de algumas categorias de produtos sem melhora. Os custos de matérias-primas de borracha subiram, e as fábricas a jusante reduziram a produção para mitigar riscos, com a demanda relacionada continuando a enfraquecer; o óxido de zinco para ração permaneceu estagnado devido ao mercado de suínos vivos; somado à política de estabilização imobiliária, a demanda por óxido de zinco para cerâmica também carecia de impulso ascendente. No geral, a demanda em todos os subsegmentos mostrou-se medíocre. Olhando para a próxima semana, o cenário fraco do consumo final dificilmente mudará, e a taxa de operação do setor deve recuar ainda mais, oscilando em torno de 57,98%.
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