Esta semana, a taxa de operação do óxido de zinco registou 19,76%, uma queda de 14,07 pontos percentuais em comparação com a semana anterior ao feriado. No lado dos estoques, após o feriado, as empresas upstream e downstream de óxido de zinco retomaram gradualmente a produção, com alguns fabricantes a entregarem pedidos downstream feitos antes do feriado, levando a uma redução nos estoques de produtos acabados; no lado das matérias-primas, as empresas consumiram principalmente os estoques acumulados antes do feriado, aliado à logística não totalmente restabelecida, resultando numa ligeira diminuição nos estoques de matérias-primas. No lado dos pedidos, na primeira semana após o feriado, indústrias downstream como pneus terminais e cerâmicas ainda estavam na fase de retomada do trabalho e produção, com a procura global de consumo mantendo-se fraca, pelo que a maioria das empresas de óxido de zinco em operação durante a semana focou-se em aumentar gradualmente a produção. A taxa de operação mais baixa desta semana em comparação com o período pré-feriado deveu-se principalmente a algumas empresas ainda não terem reiniciado operações, enquanto as que retomaram a produção também não conseguiram operar a plena capacidade. Perspectivando a próxima semana, à medida que se espera que o consumo downstream recupere gradualmente, prevê-se que a taxa de operação na indústria de óxido de zinco continue a subir, recuperando para cerca de 46,35%.


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